A Peninsula faz parte da Costa do Dendê, uma das regiões mais belas da Bahia, a cidade têm construções com características de estilo e gosto portugueses do século XVIII.























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A Península possui belíssimas praias distribuídas entre seus vários povoados

A cidade de Maraú tem sua origem de uma aldeia de índios tupiniquins denominada Mayrahú. Em tupi na Geografia Nacional. Theodoro Sampaio faz referência do tupi ma-rá-ú, “a coisa de sorver ou que se torna sorvo” (e que é fruto da planta passiflora, ótimo calmante).

Acredita-se que a aldeia dos “Mayras” foi descoberta pelos frades capuchinos italianos, que ali ergueram a Igreja de São Sebastião (de Mayrahú), em 1705. A criação da Península de Maraú é a própria história de amor entre o índio guerreiro Maraú e a índia Saquaira.

Darci Ribeiro observou. “... os padres capuchinos italianos iniciaram junto às tropas a missão de catequese onde já subjugavam os aimorés. Mais tarde, enfraquecidos pelas doenças e missões, os índios caíram sob o fogo dos fazendeiros que lhes tomaram as terras...”.

Os moradores mais antigos contam que Maraú já foi visitada até pelo escritor e aviador francês Antoine de Saint-Exupéry, autor de "O Pequeno Príncipe", que teria permanecido no povoado o tempo suficiente para ali manter uma residência.

Na metade do século XIX, o Reino Unido instalou as margens do rio, a usina John Grant que virou “João Branco”, uma refinaria, que fabricava sabão, acido e papel para embalar alimentos.

A usina custou 600 mil libras, com 500 funcionários e estrada de ferro interna. Hoje, nas margens do rio, restam as ruinas da fábrica e os trilhos da ferrovia.

Com o funcionamento da usina surgiu o dinheiro de Maraú.É que, como existia a dificuldade de troca da moeda, a Companhia Internacional imprimia o dinheiro em Londres os vales-cédulas, que rendia lucro fácil, pois as notas estragavam. Só em 1920, é que o Ministério da Fazenda pôs fim ao dinheiro. Hoje, os vales-cédulas são peças valiosas, que estão com colecionadores e valem centenas de vezes os valores impressos.

A importância da cidade de Maraú em séculos passados se revela hoje nos prédios de arquitetura antiga, inclusive alguns com características de estilo e gosto portugueses do século XVIII.

Os padroeiros do município são São Sebastião e Nossa Senhora da Conceição do Cambuízo, que têm como data festiva 20 de janeiro e 8 de dezembro, respectivamente.

Do mirante na cidade alta, consegue-se uma bela vista do estuário de Maraú e da cidade baixa, podendo-se observar a ampla área de feira e as embarcações no atracadouro. O coco, a piaçava e a madeira são os principais materiais para a confecção do artesanato da região, onde são cultivados também seringueira, dendê (introduzido em fins do século XIX), cravo-da-índia, pupunha, cacau, guaraná e pimenta do reino. Uma feira livre movimenta a cidade aos sábados e a pesca é importante fonte de renda para a cidade.

Maraú possui dezenas de ilhas, cachoeiras, manguezais e quilômetros de Mata Atlântica totalmente preservados. Seus povoados costeiros mais conhecidos são: Barra Grande, Saquaíra, Taipús de Fora e Algodões.

A estrada que leva a Maraú só foi aberta na década de 60 com o nome de BR-030, quando foi criado o Porto do Campinho.Hoje a forma de se chegar a cidade é através da estrada que vem de Camamu para Ilhéus BA-001.Aonde cruza com a BR-030 que atravessa a Península levando a Barra Grande.

Com uma cultura riquíssima e quase totalmente preservada, essa cidade atrai cada vez mais turistas de todas as partes do mundo.

















































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